Ir al contenido principal

Entradas

Destacados

A Condessa, o Aeronauta e Diego

Quando os Acosta, família de judeus portugueses, chegaram ao México no início do século XIX, deram início à linhagem paterna do muralista mexicano Diego Rivera. Uma memória que o artista, amor eterno de Frida Kahlo, reivindicaria ao longo da sua vida.


Diz-se no México que as boas histórias de vida são passionais. São felizes e dolorosas, atam e desatam nós cegos na garganta, tipo trago áspero de tequila barata.

Damos o tom e entramos numa das tabernas taciturnas da cidade de Guanajuato – as chamadas “cantinas”, onde se destilam contos pessoais com o avançar dos copos. Paredes de pedra bruta a meia-luz, bafo húmido. Na minha cabeça, Chavela Vargas canta... “tú me acostumbraste, a todas esas cosas...”. É noite e chove miudinho lá fora.
Com um brinde selamos o momento. E contamos uma secreta história de vida.
Foi nos últimos anos do século XIX, nesta tela ao estilo do México colonial – estereótipo ainda bem vivo – que se desenhou a infância e adolescência de Diego Rivera. O muralista e …

Entradas más recientes

O Senhor dos Terramotos

Viagem ao Reino do Congo

Nicarágua: Canções de protesto

Nicarágua: 100 dias de crise política

Por quem os tambores chamam

Como o escândalo Odebrecht pautou discurso do futuro presidente do México

Luta, Sangue e Liberdade

“Os vinte estranhos negros”

Destravar a língua

Sacudindo o pó binário