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Nha Balila, Bala de Aço

“O meu coração é doce. O meu corpo é corpo sabi. O meu sangue está espalhado pelo mundo inteiro. A minha conversa é conversa boa. A minha palavra fala o sentimento. Que toda a vista veja por mim. Eu tenho cá dentro um violino que é o som do coração”. Nha Balila em auto-psicografia. Uma homenagem que, neste mês da mulher, Kriolidadi faz a esta figura que já se tornou a voz e a imagem do povo pobre e anónimo da Praia.


Surge à porta da sua casa em Tira-Chapéu com um sorriso rasgado e de braços abertos. Energia e força logo transformadas em movimento de pés e ancas, ao ritmo de um batuque improvisado com as mãos. Para Nha Balila, nominho de Isidora Semedo Correia, a musicalidade desta tradição, que aprendeu com a mãe, é uma forma de “prestar homenagem” ao que foi a sua vida.
É um espaço de tempo que conta já com 75 anos, um percurso que começou numa casa na Serra Malagueta, “no alto de um cutelo onde se vê, lá no fundo, a Ribeira Principal”. Aí nasceu a 12 de Dezembro de 1929, e aí viveu …

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